A atriz Bruna Marquezine, de 30 anos, relembrou um período difícil que viveu ao completar 18 anos. Ela contou que enfrentou uma fase de vulnerabilidade enquanto sua relação amorosa com o jogador Neymar era exposta e ela assumia o papel de protagonista da novela “I Love Paraisópolis”, em 2015.
“Foi um momento muito vulnerável da minha vida, tinha completado 18 anos, estava fazendo uma novela que não estava indo muito bem. Me tornei protagonista desta novela já com ela no ar, até em uma tentativa de ganhar o público”, lembrou.
Bruna afirmou que a exposição do namoro com Neymar, hoje com 34 anos, não foi uma escolha sua. “Eu estava sentindo o peso disso em paralelo à minha vida pessoal, que estava muito exposta, não por escolha. Estava lidando com o peso de uma vida pessoal muito exposta, um relacionamento muito difícil e a responsabilidade do ‘contamos com você'”, disse. O relacionamento com o jogador da Seleção Brasileira ocorreu entre idas e vindas de 2013 a 2018.
Em um evento em São Paulo na noite de segunda-feira (22), Bruna contou que chorava com frequência nos bastidores da novela das sete, dirigida por Wolf Maya e com elenco de Caio Castro e Maurício Destri. Ela disse que, por causa disso, recebeu uma advertência.
“Eu chorava com muita frequência nos bastidores e fizeram uma reclamação no RH de que eu chorava muito e atrapalhava a maquiagem. Hoje em dia faço piada, mas fui chamada para uma reunião e ouvi de um homem que eu precisava ser como tal atriz e a seguinte frase: ‘Aqui você precisa passar o crachá e começar a interpretar’. Aquilo me feriu profundamente. Eu estava tão vulnerável”, relembrou durante o bate-papo no Power Talks, promovido pela Kérastase.
Após esse episódio, a atriz disse que começou a sentir a “síndrome da impostora”, fenômeno psicológico em que a pessoa não consegue internalizar o próprio sucesso.
“A síndrome da impostora começou ali. Hoje olho para aquela menina com muito afeto. Trabalhei com um ator que, nos bastidores, tinha um desempenho terrível, mas ele nunca foi chamado (para conversa). Graças à terapia, consigo olhar para trás e me acolher. Hoje não aceitaria passar por isso”, afirmou.
